Uma informação que surgiu nesta quarta- feira pode
mudar um pouco os rumos da venda da gestão da Arena.
De acordo com o Jornalista Luiz Zini Pires Antes de
ser alvo da Operação Lava-Jato, a empresa baiana faturava R$ 8 bilhões anuais e
contava com 120 mil funcionários. Fechou dezembro de 2017 com uma receita de
cerca de R$ 2 bilhões e com 20 mil
empregados. O que pode atrapalhar a aquisição da Arena pelo
Grêmio.
As negociações entre OAS e Grêmio estão paralisadas desde o ano passado. A empresa deseja vender a gestão da Arena ao clube, mas o acerto breca na posição dos bancos que não avalizam o milionário negócio. Os bancos em questão são o Santander, o Banrisul, Banco do Brasil e Bradesco que emprestaram dinheiro para a OAS levantar o estádio em um tempo recorde de dois anos e meio.
A empresa ainda paga parcelas mensais aos bancos
pelo empréstimo. O estádio foi inaugurado em dezembro de 2012. É um sucesso de
público e gestão. Assim sendo conclui-se que a gestora Arena Porto-Alegrense
vai bem, muito bem, com uma arrecadação de R$ 37 milhões só em bilheterias em
jogos do Grêmio no ano passado, já a OAS passa por fortes turbulências devido a
operação Lava Jato.
Entendo que a modernidade é necessária, que a Arena
é um estádio de primeiro mundo, mas penso também que sinto muitas saudades do
tempo do Olímpico, quando não era preciso passar por este tipo de situação.
O Olímpico esta abandonado e as ultimas informações
que obtive e que o Grêmio colocou alguns seguranças para cuidar do terreno. Mas
como o negócio entre a OAS e o Grêmio ainda não foi concluído, o terreno ainda
é do tricolor gaúcho, ao menos por enquanto.
Mas como dizem, a Arena é a mais moderna da américa Latina , segue
sendo o estádio do tricolor Imortal , mesmo que a documentação da compra dela
esteja emperrada devido a questões burocráticas
dos Bancos, o Grêmio sempre mandará seus jogos por lá. E agora é lá na
Arena na zona Norte de Porto Alegre a casa do Imortal tricolor e o torcedor quer conquistar mais e mais títulos nesta linda casa.

Foto: Reprodução/Omar Freitas/Agencia RBS
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